ORFEU SPAM 21/22

Jornal Eletrônico de Poesias e Artes

Editora: Epsilon Volantis

ISSN: 1807-8311

Orfeu Spam é uma publicação trimestral de poesia, música e artes em geral.

São Paulo, março/maio de 2009/junho/agosto de 2009.

Orfeu Spam está no ar desde janeiro de 2003

 

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Sessão Metamoderna: Poesias de Jayro Luna

 

Illuminati: Ilumina-te!

                A Goethe, Novalis e Baudelaire

“Recordemos os nomes desses seres imaginários” Lautréamont.

 

 

O Anti-Cristo dialoga com Mephisto:

Sob a luz da Lua à sombra da Árvore

Invertida...Quem sabe o que é isto?

O que é perfeito se traduz em mármore?

 

Contra a grande conspiração se luta...

-À égide do Iluminismo e aos Templários!-

Contra o mundo escravo da grande puta!...

E a vida cá é um tímido salário...

 

Molay, Bonifácio, Weishaupt, Xavier,

Da Germânia à Pérsia e à América...

Pela liberdade ao homem e à mulher!....

 

Contudo, eis no incógnito recôndito,

Um poeta faz alquimia luciférica....

E abre a ordem implícita do abscôndito!

 

Novgorod, 06/06/2004.

 

 

Apostilas de Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa

 

 

 

 

 

O Manto do Bispo do Rosário

A Freud, Foucault e Ângelo de Lima

“434 - como é que eu devo fazer um muro no fundo da minha casa” Arthur Bispo do Rosário

“(...)a quem se arreceie de que a pigmentação seja nuvem capaz de marear o brilho desta faculdade (...)” Juliano Moreira

 

Toda criação é loucura!

Há poetas e há profetas...

No gênio há louca candura

Que diverge dos estetas...

 

Indo à Primeiro de Março,

Em busca da Candelária,

Ao Leoni o último abraço,

Em São Bento a nova ária...

 

Preso como indigente,

Posto à Juliano Moreira,

Um paranóico demente?

A arte a loucura beira!...

 

Vai reciclando sucata,

Tornando luxo o lixo,

O Neobarroco de lata,

O Incomum do mais micho!...

 

A arte de fazer estandarte,

De bordar o santo manto,

Ver o belo a toda parte,

O beato do belo canto!...

 

P’ra o dia do juízo final,

Guardada a obra no armário,

O manto ao Duchamp tropical,

Arthur Bispo do Rosário!

 

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Star Trek: Jornada Nas Estrelas

                A Leonard Limoy, Gene Rodenberry, William Shatner, Gaspar Corte-Real e Bandarra.

“tal si move ciascuna per la gola del fosso” Dante.

“Aux sacrez temples seront faicts escandales” Nostradamus

“Há dois pontos de vista com relação ao espaço. Um diz que a pele é a nossa fronteira.” David Bohm.

 

I

Indo onde nenhum homem jamais foi,

Nos limites da última galáxia,

Onde não existe antes nem depois...

II

Já sem parâmetros nem paralaxes...

Pobre Mitchell... já se julga um Deus?

E em sua mente se criam proto-galáxias...

III

Passando por PSI-2000, sofreu

Kevin Riley já meio alucinado,

Visões de fazer crer até um ateu...

IV

Indo a Alpha-117, ado-

-rável planeta já foi noutra sorte...

Kirk do bem e do mal, só unido é amado...

V

Salva-nos, porém, o teletransporte,

Nossa nave dobra o espaço além...

E vamos sem saber se ao Sul ou Norte....

VI

Belas mulheres demais são do bem?

De beleza falsa causam delírios...

Casá-las Mudd quer e não se contém

VII

Danificados cristais de dilítio,

Confusão de minérios siderais,

Deixe os lírios, fujamos deste sítio...

VIII

De que as garotas são feitas? Ademais,

O que sabe um exobiólogo disto?

Korky reinventa Kirk... Isto é demais...

IX

Entre falsos e reais vivamos nisto...

Usemos nossos fasers lancinantes!

Sei somente que eu nunca desisto...

X

Passando em Tântalus intolerante...

Com um tal neutralizador neural

Muda-se a mente em algo apavorante....

XI

Por nave Fesarius descomunal

Somos cercados, mas com carbomite

Irreal explosivo saímos afinal...

XII

Perseguindo para além dos limites

Uma nave de rapina romulana

Com um canhão de plasma! Acredite!

XIII

Numa contínua dança fatal e tirana,

Até restaurarmos a calma e a paz...

Assim o espaço será à raça humana...

XIV

Em Taurus cai Galileu, anti-sociais

Gigantes agridem Spock Vulcano...

Procela ruidosa de raios fatais...

XV

No espaço só se encontra enganos....

Mas com o poder da anti-matéria,

Escapamos para outros novos planos...

XVI

Checando, pois, o sumiço-mistério

Da Archons em Beta III, uma república

Tropical sem progresso social sério...

XVII

Dobrada por tirano a praça pública

A verdade se revela à magia

No risco de vil tecnologia lúbriga....

XVIII

Mas guerra futura é com Eminiar...

Mortes virtuais, fictícia destruição...

5 séculos contra Vendikar...

XIX

Quisera nossas guerras sem razão

Se fossem assim tão simuladoras,

Mas cá é sangue, ruína, maldição...

XX

Lá em Omicron Seti III aflora

Um pólen, causa de estranhos sentimentos

Em Spocky, pois Leila ele ama, adora...

XXI

Como pode um Vulcano frio num momento

Deixar a razão científica e amar?

O Amor é um vírus, só é padecimento....

XXII

E chegando já nas minas de Janus,

Descobrimos um problema ecológico,

Explorar minérios causa mil danos...

XXIII

À criatura cujo senso lógico

É vida simples, porém, subterrânea,

E assim vence o fim exobiológico...

XXIV

Lazarus sente uma ira cutânea

Contra uma besta má e assassina,

É uma vida paralela coetânea...

XXV

Eis de nossa consciência a sina:

Somos o visível e oculto fado,

Nesse encontro a máscara cai à ruína...

XXVI

Manipulamos o tempo ao passado,

Já diante do Guardião da Eternidade,

O futuro do presente é mudado...

XXVII

Futuro do pretérito? Idades?...

Qual o sentido do tempo, Edith?

Que porta abre o caminho da verdade?

XXVIII

Nessa dúvida nada mais se edite!...

Vamos erguer escudos defletores,

Contra uns vis klingons com carbomite...

XXIX

Nesse Universo de escuros horrores,

Onde se refugia Deus? Em que planeta?

Qual civilização tem seus valores?

XXX

Tudo é explicado pela Ciência...

Onde nenhum homem jamais esteve...

A Ciência dos Símbolos da Consciência...  


 

 

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