ORFEU SPAM 17/18

Jornal Eletrônico de Poesias e Artes

Editora: Epsilon Volantis

ISSN: 1807-8311

Orfeu Spam é uma publicação trimestral de poesia, música e artes em geral.

São Paulo, abr.jun. de 2007/jul.-set. de 2007.

Orfeu Spam está no ar desde janeiro de 2003

 

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Sessão Metamoderna: Poesias de Jayro Luna

 

Palamedes Canticus

Mas que garot marot!

Me rabelais no jogo de figurinha!

Nettesheim outra chance, que nada!

Marie aroueta, voltaire cá pra mim!

Viva meu são bernardim!

Salve meu são josé!

O que será de mim?

Seja lá o que "vié"!

Em cima dos montes quieu e vi,

esperei por três reis magos,

E nem sinal deles nem de ti,

Minha camisa sempre albert ao peito,

Franklin! A América do rico, men, seja a do rádio! 

Porém, eu aqui cheguei, vinci e venci às duras penas!

Sorte sannazaro, isso é o que vale!

Balanças um lessing de seda vermelha, baby,

Colho por ti uma nova lis,

Har! Nunca te leben daqui!

Com vontade berguen os braços, gruen as mãos!

Georganizem tudo numa nova língua!

E se tu leslie muitos livros de poesia de vanguarda,

Do velho west um tiroteio me joga de bruce ao laing da ferrovia,

Já ros lavem os olhos,

Já ros lavem as faces,

E sigam a estrada até o fim!

 

(do livro: Florilégio de Alfarrábio, p. 80)

 

 

 

 

 

Apostilas de Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa

 

 

 

 

BERCEUSE DA LUA

 

O fio do bordado desfeito

Dado à dúvida do desenho,

Uma blasfêmia posta ao peito

Na ausência do certo engenho.

 

Palavras caindo como chuva

Dentro dum copo de papel,

Deslizam na côncava curva

Mirando o Universo e o Céu.

 

Preso por loucos sentimentos,

Bebo o vinho ideal das quimeras,

Espírito imortal flui ao vento...

 

Tela que versos quaisquer descem,

Selo no ventre nu de adúlteras,

Da Lua caem cristais e a dor tecem...

 

 

MISSÃO IMPOSSÍVEL

 

Poeta proscrito, marginal, desvairado

O que resta para nós agora é roubar o Banco Nacional!

Mas tal ação exige mais do que uma poética de vanguarda!

Pô! Foi mal! A tarde tarda num cavalo alado!

 

Nos perseguem bandos de críticos obsoletos,

Gangues de literatos de ocasião.

Sumidades de farda e camisola!

Ladrões de plantão! Eis a sola no concreto!

 

Com recursos tecnológicos,

Como hackers da poesia,

Roubamos a senha secreta!

Maresia... Nossa meta é o sucesso do ilógico!

 

 

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